Se eu fosse um faraó a primeira coisa que fazia era chamar todas as pessoas do meu reino para vir celebrar um banquete com música, bailarinas e trovadores no meu palácio. No dia seguinte começava a preparar o comando do reino; sim, porque como qualquer faraó, eu tenho comandos importantes e não posso parar. Para o reino mandava todos os meus escravos recolher milho, arroz, centeio, tudo de bom para comer. Como eu tenho o poder absoluto mandava construir no meu palácio um quarto apropriado para todas as crianças ficarem seguras com os seus familiares, mandava pôr vigias, nos portões e no palácio, para a segurança da minha família e de todo o meu reino. Aqueles que furtavam tinham um castigo que era limpar todo o reino para obrigá-los a prometer que nunca mais roubavam. Se falhassem nessa promessa tinham de morrer, pois traíram a confiança do faraó. Também dava ordem para construir vários labirintos para afastar os ladrões da minha fortuna. Ao meu povo deixava-o movimentar-se no reino sem causar problemas. Mandava construir mais pirâmides para o culto dos mortos, pois acredito na vida depois da morte e na reencarnação. Quanto ao rio Nilo era a minha maior alegria para matar a sede, para a circulação dos produtos. Tinha cheias periódicas, as quais depositavam detritos aluviais nas terras das margens tornando-as muito férteis e com boas condições para a agricultura. E era isto o que eu fazia para melhorar o meu reino, ajudava as pessoas, mantinha respeito, fazia tudo de bom. Assim eles gostavam de mim e eu adorava-os!

Trabalho realizado por Sara, nº 27, 7º H